A coleção do Museu da Guarda, com cerca de 4800 peças, teve, naturalmente, o seu início no conjunto de peças que à época se reuniram para a exposição com que se inaugurou esta instituição.
O mecanismo legal de incorporação da grande maioria das peças foi a doação, seguida do processo de recolha pelo próprio Museu, no caso de peças de arqueologia e de etnologia. Uma pequena parte resulta de aquisições e depósitos.
A proveniência das peças, é do Distrito da Guarda, área de representatividade e atuação do Museu da Guarda, à exceção da coleção de pintura portuguesa da primeira metade do século vinte, e da coleção de armaria cuja formação foi da responsabilidade do coleccionador que a doou ao Museu.
As coleções mais significativas são: Arqueologia, Escultura e Pintura Sacra, Armaria e Pintura Portuguesa.
A importância das coleções determinou o discurso museológico, organizado de forma cronológica desde os tempos pré históricos até à actualidade.
Para além destas coleções que, pela sua história, qualidade, significado ou presença expositiva se destacam, o Museu da Guarda possui, entre outras, coleções de fotografia, gravura, medalhística, cerâmica, jogos tradicionais e uma série de objetos agrupados por materiais ou tipologias funcionais que no actual programa de exposição não se enquadram, mas que são utilizados em exposições temporárias ou ilustrações temáticas.
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